Sistemas
e redes de coopera�‹o: da teoria ˆ pr‡tica
(http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/BrazSysCongress14.htm - vers‹o 160501-2255)
Plano para
palestra de abertura – Keynote address:
por Kristo
Ivanov
10° Congresso Brasileiro de Sistemas
28-30 de outubro
2014
FEA-RP da
Universidade de S.Paulo
Ribeir‹o
Preto – SP – Brasil
REFERæNCIAS AO CONGRESSO:
<http://www.isssbrasil.usp.br/ocs/index.php/cbs/10cbs/about>
<http://www.isssbrasil.usp.br/ocs/public/conferences/1/schedConfs/1/program-pt_BR.pdf>
<http://www.isssbrasil.usp.br/ocs/index.php/cbs/10cbs/schedConf/program>
(Os v’nculos URL s‹o
mostrados expl’citamente para facilitar o uso de c—pias em papel)
TABELA DE CONTEòDO
1 ENGENHARIA-INDòSTRIA-INFORMATICA-SISTEMAS
1.1 Plano para estas palestra (mostrado na tela
e em c—pia distribuida)
1.2 Background: Quem Ž que foi convidado. O
Brasil e a SuŽcia
1.3 Indœstria, politŽcnicos, economia e
comŽrcio. Mas porque UNIVERSIDADE?
1.4 Pragmatismo – Uma corrente
intelectual norte-americana
1.5 Vivenciando o presente: alternativas
p—s-modernas e fenomen—logicas
1.6 A palestra. Compare as recomenda�›es
oferecidas: vis‹o sist�mica de palestra?
2 HISTîRIA DE SISTEMAS E DEPOIS
2.1 Sistemas: o advento e o abandono (sistemas
ficam redes)
2.2 Hist—ria de computadores, de IO/PO, sistemas de controle
cibernŽtico => MIS (1960) => marxismo (1970), => interatividade e
p—s-modernismo/"design" (1980)
2.3 Hoje dominam bancos de dados, fatos, redes
e industrialismo
2.4 A rea�‹o – cr’tica
2.5 Influ�ncia dos EUA: Porque
"pr‡tica" em vez de "teoria = especula�‹o sist�mica "
2.6 Mas: Luta pela vida! Como nos EUA segundo
Tocqueville (acima)
2.7 Sucesso/Progresso? Para onde?
3.1 "Para onde?" (Dante na Divina ComŽdia). A volta para as
"bases"
3.2 Abandono da "avalia�‹o" (em redes
sem "problemas", sem pragmatismo)
3.3 Rejei�‹o de cr’ticas e neutraliza�‹o de
debates, democracia (redes de coopera�‹o ≈ comunicação):
3.4 Porque ou para que? Quais os
clientes-benefici‡rios do sistema?
3.5 Sistema fica Mistura: "S’nteses"
de epistemologias sistemicas
3.6 Sem filosofia, ainda menos religi‹o ou fŽ
4.1 AlŽm das do grupo de sistemas FEA-RP.
Escolha sua marca
4.2 Minha escolha: Churchman (U. de California,
Berkeley), filosofo e economista
4.3 Churchman: L—gica, Filosofia, Estat’stica,
Economia, Informa�‹o, Programa�‹o e Intelig�ncia artificial AI, Ecologia, PACS
Peace-Conflict Studies. Abertura para a pol’tica e teologia
4.4 Aplica�›es: Hipersystemas (Ivanov: Churchman, Singer)
4.5 Outros: Ex. Donald de Raadt (Dooyeweerd),
Multimodalidade
4.6 Ex. Hern‡n L—pez Garay & RamsŽs
Fuenmayor (Heidegger) Sistemologia Interpretativa
4.7 Ex. Werner Ulrich (Habermas, Teoria
cr’tica) Critical Systems Thinking CST
4.8 Ex. Peter Checkland (SSM Soft Systems
Methodology, e tambŽm CST)
4.9 Ex. Theodor Abt (Carl Jung-psicologia
anal’tica) Progresso sem perda de alma
4.10 Ex. Teoria da atividade (Vigotsky-Leontiev): onde
"intera�‹o" implica mas n‹o explica sistema
4.11 Ex. Valdemar Setzer (IME-USP, Steiner) Abordagem (superposição) antropos—fica
4.12 Ex. Edgar Morin: "O Método" - Pensamento complexo
5 ILUSÍES SISTæMICAS: O LABIRINTO
5.1 Desorienta�‹o final em VCI = Visualiza�‹o,
Comunica�‹o, Intera�‹o.
5.2 Mais: Acœstica e H‡ptica -
"imers‹o-corpo", "presen�a", "computer-mediated
environments", Realidade Virtual VR.
5.3 A ilus‹o que tŽcnica (inform‡tica) Ž
ci�ncia pr‡tica, e tecnologia Ž mŽtodo cient’fico
5.4 A ilus‹o pol’tica: "The Myth of
Democracy" de Tage Lindbom (vide abaixo)
5.5 A ilus‹o estŽtica: arte-design-ci�ncia,
comunica�‹o, entretenimento educativo, jogos eletr™nicos, p—s-modernismo
brincalh‹o mas lucrativo
5.6 A ilus‹o Fenomenol—gica: "Teologia sem
Deus", arte e "corpo-carne"
5.7 A ilus‹o Femin’stica e LGBT depois do marxismo
(cultural?)
5.8 A ilus‹o Liberal-econ™mica com esc‰ndalos
financeiros (computerizados!)
5.9 A ilus‹o eclŽtica dos "grandes
nomes" (ou Darwinismo social)
5.10 A ilus‹o Agn—stica ou pseudo-religiosa,
Alain de Botton "Religion for Atheists"
5.11 Ilus‹o Sueca: Para’so do bem estar,
Consci�ncia do mundo, Superpot�ncia humanit‡ria?
6 DECADæNCIA DA ƒTICA E DO CRISTIANISMO
6.1 Porque importante: (Economia) Pol’tica,
Teologia e religi‹o – linguagem, a�‹o para afirmar e discutir valores
morais
6.2 O grande desafio – origens
p—smodernas em Nietzsche:
6.3 Possibilidade ou probabilidade de
"Evangeliza�‹o ou Apocalipticismo"
6.4 CURIOSIDADE: Procurei uma alternativa
sugest‹o: an‡lise cultural do pa’s
6.5 CURIOSIDADE: Ecletismo,
Relativismo, Diversidade ou Mistura (sem "problema"?). Um exemplo de
porque – um labirinto como "jogo"
Jugosl‡via-SŽrvia, Bulgaria, Italia, Brasil (ITA-Eletrônica), SuŽcia (indœstria e doutorado), Fran�a, EUA e no fim SuŽcia (indœstria e universidades). Um modesto testemunho multicultural no domínio necessariamente filosófico da informação (conhecimento, saber, compreensão, entendimento, sabedoria, erudição!?)
Ref. <http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/WorkEnvRefs.html>
ƒ aquilo que levou do politŽcnico ˆ indœstria e daí ˆ universidade
Doutoramento pragmatista: Churchman=Charles S. Peirce+William James+Edgar Singer
Comparando com outras filosofias: forte rela�‹o entre ci�ncia-indœstria, filosofia da informa�‹o e ética
òltimamente: Confiss›es
de preocupa�‹o (além da presente) - e assentamento em:
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/Chu-SysAppDes.html>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/CSSjubil.html>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/CerezuelleTechno.htm>
Palestra de hoje: "Systemas e r�des de coopera�‹o: de teoria ˆ pr‡tica".
Meu objetivo para palestra: base para futuros estudos auto-didáticos. As palavras-chave dadas:
- Import‰ncia e aplica�›es da Vis‹o
Sist�mica na ‡rea de informatica
- Experi�ncias de
aplica�‹o da vis‹o sist�mica na SuŽcia ao longo dos œltimos 50 anos
- Inform‡tica e redes
numa perspectiva sist�mica
- A vis‹o sist�mica na
‡rea de inform‡tica: da teoria ˆ pr‡tica
Vide Google? Uma hist—ria do advento: The Rise of Systems Theory: An Ideological Analysis:
<http://www.amazon.com/The-Rise-Systems-Theory-Ideological/dp/0471535338>.
Os grandes casos hist—ricos: anteontem,
ontem, hoje (50 anos, quase nada?) alŽm do advento de particulares aplica�›es
militares, banc‡rias e industriais sob o nome de "sistemas":
Simulação mundial? Jay Forrester: system dynamics (Club of Rome) <http://en.wikipedia.org/wiki/Jay_Wright_Forrester>
Economia e ciência política: Stafford Beer e o projeto Cybersyn <http://pt.wikipedia.org/wiki/Synco>
Ecologia: Howard T. Odum <http://en.wikipedia.org/wiki/Howard_T._Odum>
Aquecimento global: Daniel Botkin <http://www.danielbbotkin.com>
Hist—ria contempor‰nea em Mumbai, India: UDRI Urban Design Research Institute <http://www.udri.org>
Programação lógica e optimização de recursos computacionais (filas-queues). Investiga�‹o ou Pesquisa Operacional -> Processos industriais (ex. qu’micos), Management Information Systems MIS e Intelig�ncia Artificial AI -> Sistemas participativos marxistas -> Internet e Design para Intera�‹o e Entretenimento
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Investiga�‹o_operacional>
Ex. William Akin em
Technocracy and the American Dream:
Sindicatos –
associa�‹o de trabalhadores e "Work Oriented Design". Enfim design?:
<http://umu.diva-portal.org/smash/record.jsf?pid=diva2:580037>
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Esteticismo#Irracionalismo_e_Esteticismo>
Mas œltimamente:
esteticismo em interatividade ex em jogos eletr™nicos
Redes de
"coopera�‹o-comunicação" tambŽm ficam jogos ou "debates" tipo "Twitter" <http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/Debate.html#A8>
Positivismo-lógico mais do que esquemas socialistas participativos
Em vez de Vis‹o
sist�mica na area de informatica: refletido na defini�‹o de INFORMAÇÃO
Ref. <http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/Chu-SysAppDes.html>.
Informa�‹o na teoria matem‡tica de comunica�‹o e em
termodinâmica:
<http://en.wikipedia.org/wiki/Entropy_in_thermodynamics_and_information_theory>.
çtomo-Dado:
Identificador (da entidade), Vari‡vel, Medida/quantidade, Ponto temporal.
MolŽcula IO/PO
(Operation analysis): Estados (Probabilidades, de States of nature), Decis›es
(alternativas), Resultados (Outcomes), MŽrito (Valor dos resultados, Worth):
veja Churchman et al. Thinking for Decisions: Deductive
Quantitative Methods.
Ref. Data-Information-Knowledge-Wisdom ou pir‰mide DIKW:
<http://en.wikipedia.org/wiki/DIKW_Pyramid> desenvolvida depois em informação sistêmica (abaixo).
Compare information com
"knowledge management" och "tacit knowledge"
Russell Ackoff e
sistemas de ger�ncia "MIS e MMS", Wikipedia:
<http://www.acasa.upenn.edu/ackoff67.pdf> e
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/WikiDemoCracy.htm>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/WikiInfoSysTIME101213.htm>.
Alain de Botton, The News: A User's Manual, problematiza
a "informa�‹o" (notícias) e assim tambŽm os "dados" contra os "tomados/criados"
(ingl�s/latim: "data" contra "capta")
Mas œltimamente mesmo
assim: domina o esteticismo em interatividade ex em jogos eletr™nicos
Redes de
"coopera�‹o" tambŽm ficam jogos (comunicativos) ou "debates" <http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/Debate.html#A8>
Pois a pr‡tica parece ser mais lucrativa e serve qualquer pol’tica?
Polit—logo franc�s Alexis de Tocqueville e (a relatividade) da avalia�‹o da pr‡tica
<http://www.marxists.org/reference/archive/de-tocqueville/democracy-america/ch23.htm>
Incorporada na
(filosofia da) tecnologia (da guerra ˆ indœstria e servi�os industrializados). Ex <http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Arte_da_Guerra>:
Ex. Velocidade, quantidade e poder (de manipulação de dados, de comunica�‹o-redes)
Ref. intelectualmente: Italo
Calvino: Seis Propostas para o Pr—ximo Milênio.
Ref. Bandeirantismo,
<http://terrabrasilis.revues.org/375#tocto1n1>
Hoje: bandeirantismo
financeiro e pol’tico
Duas interpreta�›es. (1) Darwinismo social ou (2) Loteria: qualidade ou finan�as & marketing ou sorte (probabilidade dos descontrolados "estados da natureza" na IO/PO? Ex. ciclo econômico).
Sucessos inform‡ticos em pesquisa universit‡ria s‹o (fundos de pesquisa para) aplica�›es de produtos hardware e software dispon’veis no Mercado, avaliadas prototipo-tŽcnicamente mais do que econ™micamente
Sempre mais r‡pido, fazer mais (e melhor?) por unidade de tempo?
"Da nossa vida, em meio da jornada,
Achei-me numa selva tenebrosa,
Tendo perdido a verdadeira estrada."
<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/eb00002a.pdf>.
Mais que "crise da meia-idade" e <http://www.mrrena.com/misc/jung.php>.
Compare: um barco a vela sem ‰ncora, leme e quilha, mas (com vela! e) bastante vento e (por enquanto) abastecimento para a maioria a bordo: anda r‡pido e flex’velmente (ajuste ˆs circunst‰ncias, sobrevivência). Questão de filosofia da tecnologia
Redes puramente positivistas-lógicas "comunicativas-interativas" com puros dados=fatos ou imagens, sem objetivos (além dos retóricos) que são considerados inexistentes ou imposs’veis ou inœteis de medir. Mas os custos – para quem – sen‹o medidos são percebidos, porém sem causalidade. Ou ent‹o abuso da "intuição" e "fenomenologia", com mŽtodos "qualitativos" ou entrevistas com perguntas tipo "gostou?" Veja a respeito da "armed stupidity" (abaixo) e exemplo <http://en.wikipedia.org/wiki/Phenomenology_(science)> mais <http://en.wikipedia.org/wiki/.ti>.
Compare a defini�‹o de "coopera�‹oÅdemocracia" e determinismo na ess�ncia da "tŽcnica-tecnologia" (abaixo):
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/CerezuelleTechno.htm>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/Debate.html>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/UmuInfo20YearJobSlutWebNoNote.htm>
UMA dimens‹o: servir nosso "pr—ximo" no sentido crist‹o. Como assim? (Vide abaixo)
Um exemplo extremo, na profissão médica: <http://en.wikipedia.org/wiki/Denis_Mukwege>.
Projetos = Promessas abandonadas para o futuro (pro-jetos).
O lugar dos VALORES, pol’tica, religi‹o. N‹o confundir pragmatismo com pr‡tica. A centralidade dos valores (mais que só valorização subjetiva), de finalidade de a�‹o
Ecletismo, relativismo, diversidade (e atividades sem "problemas")
Exemplos hist—ricos: Heinz Klein (veja Google), H. Maturana
& F. Varela: autopoiesis "oriental" (base ética Budística): <http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/chinese.html> ou um m‡ximo exemplo filos—fico: Gilles Deleuze <http://pt.wikipedia.org/wiki/Gilles_Deleuze>
A ignorada ou negada depend�ncia de presupostos (saber que n‹o se sabe).
O abuso pseudo-filosófico do ideal de "humanismo": veja <http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/page4.html>.
Desvaloriza�‹o de muitos fen™menos atribu’dos a "estupidez" milen‡ria (compare tecnocracia, e cientificismo). Ou valoriza�‹o de "tudo". Vide a aus�ncia na WikipŽdia (em portugu�s) de "filosofia da tecnologia". Compare referências a ex. Andrew Feenberg com <http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/CerezuelleTechno.htm>.
Consequencias: ex. Rea�›es de variada
qualidade em antroposofia, fenomenologia, conhecimento t‡cito, medicina alternativa,
p—s-estructuralismo, p—s-p—smodernismo, p—shumanismo, transumanismo, "Nova
Era"?
A maioria abaixo foram h—spedes-palestrantes na SuŽcia ou conhecidos pessoalmente
<http://senate.universityofcalifornia.edu/inmemoriam/cwestchurchman.htm>.
Dialectical systems <http://projects.isss.org/C_West_Churchman>. Import‰ncia de haver um "problema" e de "povoar" IO/PO (veja acima) com conceito de informa�‹o sistêmica: (1) gerente, (2) recursos (sob o gerente - e custos) (3) ambiente, (4) clientes (objetivos), e (5) objetivos e medida de desempenho. (Inquiring) systems approach. J‡ teleologia aristotŽlica de 4 tipos de "causas": material, eficiente, formal, final. Veja <http://plato.stanford.edu/entries/aristotle-causality/#FouCau>. Compare (acima) com defini�‹o de informa�‹o em IO/PO
Isaac Newton: "Se vi mais longe foi por estar de pŽ sobre ombros de gigantes."
O lugar da matem‡tica, l—gica, empirismo (factualidade) e finalidade da investiga�‹o
"That the meaning of 'input' is only vaguely understood in many systems designs is evidenced by the strong predilection to draw arrows and boxes." (The Design of Inquiring Systems DIS, p. 107). Mais popular: Introdu�‹o ˆ Teoria de Sistemas. Resumo e detalhes: Russell Ackoff & Fred Emery: On Purposeful Systems. Veja por ex. defini�‹o de estrutura, fun�‹o, a�‹o, rea�‹o e response. Aplica�›es: qualidade da informa�‹o e campo de a�‹o:
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/diss-avh.html> (Ex. de "problema"!)
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/chuindex.html> (Tipos de problemas)
Ilustração pedagógica da extensão e limita�›es
do enfoque
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/HySy.html>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/Chu-SysAppDes.html>
"Aspectos", an‡logos a Churchman (& Edgar Singer) em vez de "sistemas"?
Resumo por de Raadt: <http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/sres.2384/abstract> (cf. <http://www.zihniozdil.info/history/dutch-history-pasteurized-the-mauritshuis-in-the-hague/>)
Apologista-defensor do enfoque (alŽm de De Raadt): Andrew Basden
< http://www.dooy.salford.ac.uk/summary.it.html> (�nfase s™bre Tecnologia de Informa�‹o)
<http://www.dooy.salford.ac.uk/ext/easinger.html#m.l> (Compara Singer)
<http://www.dooy.salford.ac.uk> e subtilidades filos—ficas-teológicas em
<http://en.wikipedia.org/wiki/D._H._Th._Vollenhoven#Vollenhoven_and_Dooyeweerd>
<http://www.plantinga.ca/PR_2009-2_Article_2.pdf>
<http://www.ing.ula.ve/sisint/si.htm> com muito trabalho social.
Inspiração de Martin Heidegger:
grande nome. Compare com F. Nietzsche e Karl Marx
Antigo aluno do Churchman (universidade da California, Berkeley)
<http://wulrich.com/cst_brief.html>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/CriSysThink.html>
Habermas: um grande
nomes. Compare com "Karl Marx"
Diversidade de grandes
nomes causada pela subvaloriza�‹o da extens‹o do "labirinto
cognitivo". Compare Matteus 7:13-14 <http://www.bibliaon.com/versiculo/mateus_7_13-14/>
Engenheiros que entram (mais intœitivamente, sem filosofia explícita) na complexidade social
<http://en.wikipedia.org/wiki/Soft_systems_methodology>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/CriSysThink.html>
<http://www.amazon.com/Progress-Loss-Soul-Who-List/dp/0933029195> (ref. tipos psicol—gicos e computador: pensamento, sentimento,
sensa�‹o e intui�‹o)
<http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/201/documentos/RH1_T2/DescricaoTiposHTML.htm>
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_atividade> em tradi�‹o de psicologia social russa. A implica�‹o de sistemas presup›e um ajuste do indiv’duo ˆ amplitude das possibilidades de a�‹o em base de seu poder e (des)conhecimento do sistema:
<http://www.interaction-design.org/encyclopedia/affordances_and_design.html>.
Ex. de problema: o sistema complicado de tarifas de transportes coletivos – em Estocolmo <http://sl.se/en/fares--tickets/>
<http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/missao-tecnol.html>
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Edgar_Morin>
Ap�lo te—rico ˆ arquitetura, arte e ˆ psicologia da percep�‹o
Ex.< http://www.degruyter.com/viewbooktoc/product/449569> e
Devia�‹o do campo cognitivo e teleol—gico por causa do avan�o tecnol—gico em dire�‹o dos acima. Reivindica�›es do poder da arte e em œltima an‡lise: estŽtica. Veja debates s™bre a terceira Cr’tica (da faculdade do Juizo) de Immanuel Kant. Tudo cai no campo da filosofia da tŽcnica e da decisiva influ�ncia de Nietzsche, Heidegger e herdeiros. Sistemas=Contexto, Redes, etc.
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/CerezuelleTechno.htm>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/page6.html>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/Research.html#A3>
Exemplos de pouco interesse no ecletismo universit‡rio: esquecendo n‹o s— pragmatismo mas mesmo Abraham Kaplan The Conduct of Inquiry (1964, 1998) e Jacques Barzun & Henry F. Graff The Modern Researcher (1957, 1985). Compare com a tend�ncia para mŽtodos de pesquisa "qualitativos" (atŽ computerizados): <http://en.wikipedia.org/wiki/Atlas.ti>. Estatística fica "Big data".
Apesar da "racionalidade comunicativa" ou "discurso Žtico" (coopera�‹o) de J. Habermas
<http://en.wikipedia.org/wiki/Foucault–Habermas_debate> e confus‹o Habermasiana s™bre politica & religi‹o:
<http://www.sandiego.edu/pdf/pdf_library/habermaslecture031105_c939cceb2ab087bdfc6df291ec0fc3fa.pdf>
Ex. ExŽrcito de
pesquisadores: dois colaboradores em intera�‹o humano-computador:
<http://ambratrotto.wordpress.com>
<http://www.sarma.be/pages/Jeroen_Peeters>.
Outras palavras-chaves com
conex‹o ˆ estŽtica s‹o Ómaterialidade digitalÓ, "reconhecimento
de gestos", "compositional design", e outros neologismos, ex <http://revistas.unicentro.br/index.php/revista_interfaces/article/viewArticle/1261>
<http://www.eecs.berkeley.edu/Pubs/TechRpts/2007/EECS-2007-174.html> com formalismo tipo compositional design que "composicionalmente" e inconscientement ressuscita o sistema positivista: "Finally, we address the complementary problem of partitioning a large system into meaningful coherent components by analyzing the interaction patterns between its basic elements." Enfim: voltamos atrás uns 50 anos para as concepções dos anos sessenta e do meu professor Börje Langefors (<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/BLang80.html>).
De uma recente palestra: " the confluence of technology and design, including new interaction technologies and interaction styles; heavy phenomenological stuff such as embodiment, involvement, and meaning" onde "meaning" = "making sense".
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/CerezuelleEthicsFlesh.htm>
<http://www.amazon.com/Heidegger-Christianity-John-MacQuarrie/dp/0826411711>.
Teologia sem Deus ou qual Deus? Veja Dooyeweerd -"pistis", especialmente "Ontology" i
<http://www.dooy.salford.ac.uk/pistic.html> e em plano de palestras 2001/2002
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/PerspSem2000.html>)
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/SAISchwartzReview101224.htm>
<http://web.telia.com/~u46508757/BLOG.htm#A30>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/PsychoRational.htm>
Ex. Da apresenta�‹o de uma recente palestra por uma doutora PhD em inform‡tica:
"Posthumanism, Object Oriented Ontology, Speculative
Realism, New Materialism, Socio-Materialism?
Right now there are a lot of new fancy words (worlds) around. What do such words
(worlds) mean/suggest? In this seminar I introduce the Posthumanist field to
Informatics. The Posthumanist field is presently tricking contemporary scholars
in a variety of ways. Most of the seminar will be devoted to a circulation and
brief commentary of a number of books and papers that might be supportive in
such matters such as post humanities,
socio-materiality, matter, meaning, the real, and the like. It will be
devoted to the introduction of a presently vibrant field of a broad
intellectual interest most of the time referred to as Posthumanism. The rationality guiding this particular seminar will
be (post) phenomenology, design theory
and feminist science critique, since
those are the founding areas of intellectual thought that I have followed in my
own research the last twenty years. The quest is to get acquainted with some of
the fundamental ideas associated with post
humanist thinking from a post
phenomenological, design oriented as well as feminist epistemology and ontology."
Ex. Um novo "exŽrcito" com refer�ncias "singulares":
<http://www.religionandgender.org/index.php/rg/article/viewFile/10/19>
<http://www.speculations-journal.org/storage/ORourke_Girls%20Welcome_v2.pdf>
<https://independentcolleges.academia.edu/MichaelORourke>
<http://philpapers.org/pub/3619/2011>
<http://philpapers.org/rec/HARTSR-2>
<http://www.re-press.org/book-files/OA_Version_Speculative_Turn_9780980668346.pdf>
"mercados de informa�‹o" e bolsa de valores
<http://en.wikipedia.org/wiki/The_Ascent_of_Money>
N‹o s— Marx, Heidegger ou Habermas. Ex. meus estudantes aplicando Anthony Giddens, Bruno Latour, etc. Cuidado com a miragem dos grandes nomes. Compare "Pela porta estreita", ref. Mateus 7:13-14: <http://www.bibliaon.com/versiculo/mateus_7_13-14/>
<http://www.theguardian.com/books/2012/jan/12/religion-for-atheists-de-botton-review?INTCMP=SRCH> especialmente quanto ˆs universidades, pp. 99-162. Arte e literatura como religião. Variante da teologia sem Deus.
Materialidade conquistada: evidencia falhas sist�micas:
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/BergTragASMethics.htm>
Ref. Sri Ananda Acharya filosofo indiano (ref. Prolegomena till Arya Metafysik) na universidade de Estocolmo: necessário contato ci�ncia->filosofia->teologia. Mesmo na filosofia da tecnologia, ex. Andrew Feenberg contra Carl Mitcham e Richard Stivers:
<http://www.amazon.com/Theology-Technology-Christian-Analysis-Exegesis/dp/0819138088>
<http://www.amazon.com/Technology-Magic-The-Triumph-Irrational/dp/0826413676>.
Falha nisto (Ciência->Arte? ou Ciência autopoiesis->Budismo) seria causa principal do ecletismo e relativismo ≈ promiscuidade?
<http://www.sandiego.edu/pdf/pdf_library/habermaslecture031105_c939cceb2ab087bdfc6df291ec0fc3fa.pdf> e
<http://www.prospectmagazine.co.uk/opinions/jurgen-habermas-pope-benedict-xvi-ratzinger>
<http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/125081?eng=y>
<http://en.wikipedia.org/wiki/Jungian_interpretation_of_religion>
O teste definitivo: n‹o menosprezar a maioria da humanidade presente e passada
Compare: o caso do prof. J.G. Fichte <http://es.wikipedia.org/wiki/Disputa_atea>.
Veja hoje os (mesmo
inconscientes) herdeiros de Nietzsche, e o porque da oposição a sistemas ("rationalistic approach") e Cristianismo além da autocrítica em <http://www.amazon.com/The-Systems-Approach-Its-Enemies/dp/0465083420>. Ex Walter Kaufmann, em
<http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Kaufmann_(philosopher)> e mais em Google (nietzsche+system). E o desafio da
"armed stupidity" mencionado por Alain de Botton em seu The News (p‡g. 70). Veja a cr’tica de
Churchman por marxistas convertidos ao design, ex. P. Ehn & J. Lšwgren, "Design for
Quality-in-Use" em Handbook of Human-Computer Interaction (p.
307). Para eles: "participa�‹o" (hoje "interação") pelo trabalhadores, pelo povo.
Exemplo extremo de desorientamento "apocalíptico": <https://www.academia.edu/8903822/Vattimo_Nihilism_and_Secularisation_The_Trojan_Horse_Effect_of_Christianity>.
Optimismo, pessimismo, realismo: "O
otimismo e o pessimismo Ž a tentativa do ser humano inseguro e secularizado de
esconder respectivamente confrontar sua inquietude interior" (Tage Lindbom,
em Moinhos de Vento de Sancho Panza, vide acima e abaixo).
Confiss›es e reflex™es "Eclesi‡sticas" entre os 70-77 anos: a miragem do "saber" no meio do caos (loteria sem leis ou regras)
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/ResSum75thBirth.html>
<http://www8.informatik.umu.se/~kivanov/ResSum80thBirth.html>
"Para meu preparo apreciaria receber suas sugest›es
com refer�ncias a autores e obras (prefer’velmente que possam se atingidas pelo
Internet) de analistas, intelectuais brasileiros que voc�s admiram e
sinceramente RESPEITAM, que tenham escrito em profundidade (e prefer’velmente
sem propaganda aberta para partidos pol’ticos) a respeito de problemas-chave da
sociedade brasileira nestes œltimos 20-30 anos. Quer dizer, no fundo, problemas
culturais que abrangem dimens›es espirituais ou religiosas alŽm das de
economia, comŽrcio, finan�a, tecnica e pura pol’ticaÉ" Veja abaixo as sugest›es que
recebi em resposta, onde eu recomendo as duas
primeiras:
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Mario_Sergio_Cortella>
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Ives_Gandra_Martins>
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Reinaldo_Azevedo>
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Arnaldo_Jabor>
<http://pt.calameo.com/read/001675608aa154f935c36> ("democracia")
A completar ou em parte suplantar com cinco propostas
"todas minhas" inspiradas pelo esp’rito desta palestra :
<http://www.internautascristaos.com/textos/artigos/a-falsificacao-do-bem>
<http://apologia21.wordpress.com/2013/01/26/crisis-del-cristianismo-triunfo-del-ateismo/>
<http://www.olavodecarvalho.org/textos/mpenna.htm>
<http://www.ensayistas.org/filosofos/brasil/meira/introd.htm> e
<http://www.estantevirtual.com.br/q/tage-lindbom-o-mito-da-democracia>
Resumo b‡sico do perigo: <http://en.wikipedia.org/wiki/Systems_theory>.
Um dos mais recentes exemplos de sistemas = "tudo": Congresso <http://www.ukss.org.uk> e The Manager's Guide to Systems Practice: Making Sense of Complex Problems <http://eu.wiley.com/WileyCDA/WileyTitle/productCd-1118345630.html> (usado em recentes cursos
de informática, em vez de minhas recomendações). Consequências vistas em:
A RESPOSTA redigida: Lately the systems community - and epistemology at large – has been focusing on Life, complementing and partly departing from the Newtonian mechanical technical approach. In systems we are looking - therefore I am travelling - for a more differentiated, flexible, transparent model of systems, that is a general model of systems implying model(s) of life. Rethinking Ludwig von Bertalanffy, EMCSR European Meetings on Cybernetics and Systems Research: <http://emcsr.net>, Wolfgang Hofkirchner. Heinz von Foerster, constructivist self-organization. Ilya Prigogine's dissipative structures and later extensions. Cybernetic philosophy remembering Gotthard GŸnter, and following the research on non-Aristotelian logics. In mathematics e.g. Diego Rapoport (Quilmes-Buenos Aires, book forthcoming). A new understanding of evolution, in particular co-evolution and the active role of evolving life units in evolution (Alexei Sharov & Eliseo Fern‡ndez, on semiosis). Biology: Steven Hofmeyr RSA (http://crd.lbl.gov/about/staff/cds/ftg/steven-hofmeyr/). Semiotics: Jesper Hoffmeyer on Biosemiotics, Copenhagen, Sšren Brier on Cybersemiotics), John J. Kineman extending Robert Rosen, co-working with Judith Rosen (relational complexity). Also on old gold mines and surrounding cultures in South Africa: Michael Tellinger. Research environments: semiosis, complexity and emergence. Jean-Louis Le Moigne and Edgar Morin (<http://www.mcxapc.org>) also on evolution, transdisciplinarity. In philosophy ontology, 'principles' in logic of scientific method, Ernest Nagel, Morris Cohen. Cybernetic information complementing entropy information (and reinvigorating the concepts of negative entropy or negentropy >> life). Sidelines: as dialectical systems thinking and Edward de Bono on problem solving, parallel thinking. Etc. etc.
[Minha conclusão: compare também com <http://ifipwg82.org> e <http://isss.org/world/>. Há esperança de salvação?]